História, proteção radiológica e princípios dos exames radiológicos
Objetivos: Ao final do encontro, o estudante deverá ser capaz de:
Laboratorio de histopatoliga serve para transformar um fragmento de tecido retirado do paciente em um diagnóstico. É o lugar onde biópsias, peças cirúrgicas e amostras citológicas são processadas para que o patologista possa examiná-las ao microscópio e emitir um laudo.
O processamento de uma amostra segue etapas rigorosas e padronizadas. Pense nelas como uma linha de produção de conhecimento diagnóstico:
Microscopia de luz (óptica): A imagem é formada pela passagem de um feixe de luz através do objeto. Utiliza cortes histológicos para observação de tecidos e órgãos.
Observação de células vivas: Células, tecidos delgados e membranas transparentes podem ser observados diretamente. Permite estudos prolongados em diferentes condições fisiológicas e experimentais.
Necessidade dos cortes: A maioria dos órgãos e tecidos é espessa e impede a passagem da luz. Necessário produzir secções muito delgadas para observação microscópica. Antes do corte, as amostras passam por etapas de processamento específicas.
Sem fixação adequada, o tecido se degrada e as estruturas celulares ficam irreconhecíveis. O tecido é imerso em formalina (formalina a 10% tamponada). A fixação interrompe a autólise (autodigestão celular) e preserva a arquitetura do tecido.
Principais fixadores: Formaldeído 4%, Glutaraldeído, Tetróxido de ósmio e Perfusão intravascular
O tecido passa por banhos de álcool em concentrações crescentes (desidratação), depois substitui o etanol por solventes orgânicos como o xilol (clarificação), e finalmente é infiltrado por parafina líquida. Removendo a água do tecido e o substitui por parafina, tornando-o rígido e translúcido o suficiente para ser cortado em fatias finíssimas.